"Este clube é particular, propriedade de seus sócios.
 Seu uso está restrito somente a associados
 e convidados desde que estejam acompanhados
 do sócio responsável"

Sócio visite sempre o seu clube, aguardamos sua presença...

 

 

 

 

 

 

Prefácio da Presidência do Clube

 

No início da década de 60 um grupo de mineiros passeando pela cidade de Araruama chega na localidade de “Bananeiras”. Encantam-se com a beleza natural do lugar, praia de águas límpidas e cristalinas, uma lagoa tranqüila e serena, onde se podiam deslumbrar os peixinhos nadando ao redor dos pés que caminhavam lagoa adentro. Ao lado disso, muito verde e um ambiente quase selvagem.

            Não hesitam em adquirir a quase totalidade dos lotes de um empreendimento à beira da Lagoa e no dia 15 de setembro de 1960 fundam o nosso querido PRAIA CLUBE DE ARARUAMA.

            Os sócios pioneiros foram verdadeiros heróis, mas os encantos do lugar e a convivência com os amigos compensaram qualquer sacrifício. Não havia a estrada de Araruama a Rio Bonito, muito menos a Via Lagos. Niterói-Manilha? Nem em sonho e ponte Rio-Niteroi, ainda era projeto. Como se chegar em Araruama então? Os cariocas tinham que pegar uma balsa na Praça XV. E como se esperava na fila! Depois só havia um caminho: Alameda S. Boa Ventura, Tribobó e a velha e sinuosa Rod. Amaral Peixoto, com raros acostamentos e os buracos de sempre. Já os mineiros tinham que contornar a baia de Guanabara por Magé até Tribobó e daí o caminho era único.

            Mas valia a pena, os dias de lazer no Clube já eram maravilhosos, apesar do desconforto da época: Apartamentos com janelas de madeira pintada, chão encerado, nada de TV, geladeira, ventilador ou mesmo chuveiro elétrico nos apartamentos. É isso mesmo! Chuveiros elétricos só havia dois, um para homens e outro para as senhoras, nos banheiros junto ao restaurante, que era de troncos de eucalipto, com telhado de amianto em forma de “V” forrado com palha. Sabem por que o telhado era em forma de “V”? Para captar as águas de chuva. Não havia água encanada, esta era exclusivamente de pipas.

            A falta de energia elétrica era tão freqüente que o restaurante já tinha permanentemente instalação para iluminação a gás.

            Mas mesmo com todo desconforto os dias em “Araruama”  eram esperados por todos com grande ansiedade, pois sempre foram maravilhosos.

            Desfrutem bem do conforto dos dias de hoje, mas mantenham o convívio agradável e saudável dos velhos tempos vividos pelos pioneiros do nosso querido PCA.

                                                  Alvaro M. Vianna

                                                        Presidente 

 

Ouça o Hino do PCA

Autoria do Sócio Conselheiro Dr. MILTON MOURÃO Mp3

free counters

Minuto Virtual © Rio de Janeiro 2005 - -2011